Debate – Planos de carreira, formação de público, projeção de imagem, direitos autorais: o que um artista precisa saber para fazer acontecer?

Com a transformação do mercado musical, em que as gravadoras perderam sua hegemonia e o público vai ganhando cada vez mais autonomia e poder para consumir o que realmente quer, mudam as regras do jogo. Sem uma estrutura comum a todos e com a transformação da música em serviço, o que é necessário fazer? Existe uma fórmula? Ou é a experimentação que manda a partir de agora? Como planejar sua carreira neste novo cenário?

Marcelo Coelho

Com oito CDs gravados, cinco deles no exterior, é considerado uma das referências no cenário da música instrumental de vanguarda no Brasil, participando de festivais de jazz na América do Sul, Europa e Estados Unidos, liderando diversos projetos em colaboração com músicos brasileiros e estrangeiros. Graduado em Música Popular pela Unicamp, mestrado em Jazz Performance pela University of Miami (EUA), doutorado em Composição pela Unicamp, e pós-doutorado em Processos Criativos pela USP. É um dos fundadores da Acelerarte, primeira Aceleradora de Artistas no mercado Brasileiro.

Pena Schmidt

Produtor Musical, Pesquisador e Curador Independente. Iniciou sua atividade em 1972, ao terminar o curso técnico de eletrônica na ETE, em Santa Rita do Sapucaí, e iniciar suas primeiras produções de disco, com artistas autorais como Moto Perpétuo, Som Nosso de Cada Dia, Almir Sater e Novos Baianos. Em seguida foi montar o equipamento de som dos Mutantes e seguiu com eles em turnê pelo Brasil. Dai em diante, produziu discos, participou dos primeiros Festivais – Hollywood Rock, Águas Claras, São Paulo-Montreaux, Free Jazz, seguindo carreira como técnico de som, diretor de palco e diretor de eventos. Durante os anos 80, com André Midani e Liminha, na WEA, contrataou e produziu Ira!, Titãs, Ultraje, Mulheres Negras entre outros. Nos anos 90 criou o selo Tinitus, que lançoua Karnak, Virna Lisi, Música Ligeira e mais dezenas de LPs e CDs. Em 1999 participou da fundação da ABMI – Associação Brasileira da Música Independente, da qual foi presidente em dois mandatos, montou a StageBrainz, empresa de produção técnica, realizando centenas de festivais e espetáculos até 2003, quando foi Diretor Geral da gravadora Trama. Em 2004, assumiu como superintendente do Auditório Ibirapuera, na sua inauguração até 2012. Foi Diretor do Centro Cultural São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo entre 2014 e 2016. Atualmente observa, lê e escreve, faz consultorias, curadorias e palestras. Busca o atalho entre a Música e as Startups.

David Mcloughlin

Nasceu na Irlanda e estudou comunicações (com especialização em cinema e rádio). É consultor da empresa MaGaiver. Foi gerente de importação da loja Tower Records, em Londres; foi gerente internacional em empresas como Eldorado, Atração, MCD, Sum e Trama. Trabalhou no lançamento de discos de artistas como Alipio Martins, Frankito Lopes, Jards Macalé, Itamar Assumpção, Suba, Yamandu, Fernanda Porto, Nação Zumbi, Tom Zé, White Stripes, Public Enemy, The Prodigy, etc. Durante vários anos trabalhou no agregador digital The Orchard no Brasil. Ex-consultor internacional da BM&A e do projeto Brasil Music Exchange. Atualmente, é diretor do serviço Brasil Calling.

Chiara Carvalho

Advogada e gestora cultural. Apaixonada pela cultura e artes, resolveu dedicar-se profissionalmente a este ramo e desde 2012 trabalha com Direito do Entretenimento e Direitos Autorais, contratos, além de elaboração, gestão e captação de recursos para projetos culturais.

Atividades

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Palestrantes 2017

Showcases musicais (em breve)

Locais de atividades (em breve)

Para quem vai ao evento

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